terça-feira, 2 de setembro de 2014

Marina, morena...

Peço licença aos meus amigos Lucas Oliveira e Pablo B. de Souza para publicar seus posts, que colocarei aqui, e aos demais leitores do blog por essa novidade.

Numa anedota no facebook, aproximando o discurso de Marina Silva ao do dualismo do futebol mineiro, recebi, de presente, essas duas pérolas:

Segue, na íntegra, para o eleitorado pensar!

"Marina, açúcar ou adoçante?  (por Lucas Oliveira)

- Olha, eu acho que a gente tem que parar com essa polarização entre açúcar e adoçante. As pessoas estão cansadas dessa coisa de que pra adoçar o café tem que escolher ou o açúcar ou o adoçante. Isso é a velha forma de adoçar. O meu café é adoçado pela quantidade certa de açúcar, de forma a evitar o diabetes, e também com as gotas certas de adoçante para evitar o câncer. Esse é o novo dulçor. O importante é adoçar o café com paladar estratégico. A gente tem é que adoçar com competência, eficiência, boa administração das doses diárias de açúcar e adoçante e sem preconceito de juntar os dulçores que existem para criar novos sabores no café. Em meu café, quero reunir grãos de açúcar e gotas de adoçante que vão adoçar meu café de várias formas para, assim, construirmos o ponto de doçura ideal."

"- Mas, Marina, eu prefiro meu café sem açúcar. Primeiro, porque eu gosto de café é sem doce mesmo. Café tem que ter gosto só de café e nada mais. Depois, há uma questão que devia ser cara à senhora, que é o impacto ambiental do sistema agroindustrial da cana-de-açúcar. O que a senhora tem a me dizer sobre isso? (por Pablo B. de Souza)

- Olha, eu acho que esse velho discurso da esquerda não faz mais sentido. Esse radicalismo é desnecessário. Não há porque não adoçarmos as coisas. E eu sou uma pessoa adepta da doçura. Nós temos que aproveitar o que há de bom no adoçante e no açúcar. E essa nova doçura que estou propondo é o caminho para que consigamos chegar a um situação menos amarga, sem diabetes e sem câncer.
"

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