sábado, 20 de fevereiro de 2010

pós-tempo

ossos do festejo
cheiro-ranço-amarelo
nas pedras
nos rostos
nos dentes da saliva

Um comentário:

  1. Às vezes não sobra nem o pó...
    No entanto, as lembranças não respeitam essa finalidade, se mostram superiores a carne e a alma, que mesmo diante de um desejo incessante de a tudo tornar finito, conseguem fazer com que o passado conviva com o presente. Se mostrando em forma de cobrança, das promessas não cumpridas, das conversas mal resolvidas...

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